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P45

Diversos segmentos podem utilizar o botijão de 45kg (P-45) como fonte de energia.
Você sabe o que há de comum em termos de geração de energia em grandes consumidores de GLP como condomínios, indústrias, hospitais, bares, restaurantes, farmácias, balonismo entre outras atividades? A resposta é o P-45.
Dentre todos os modelos de botijões de gás, este é, sem dúvida, um dos mais versáteis em termos de aplicações. Ele pode atender aos mais diversos segmentos acima descritos.
Nas residências, pode ser utilizado no aquecimento de ambientes e de água – além, é claro, do tradicional uso em fogões e fornos. Na indústria, é utilizado em atividades de oxicorte (corte de chapa metálica com GLP e oxigênio industrial) e aquecimento em geral. Nos hospitais, pode ser utilizado para a esterilização de objetos, cocção dos alimentos, entre outros.
O sistema de segurança do P-45 é composta pela válvula de sobre pressão. Se a pressão de vapor interna proporcionar um valor acima de 17,5 kgf/cm², a mola que compõe o sistema se comprime e abre o dispositivo para a liberação do gás até atingir a pressão máxima evitando, assim, qualquer tipo de problema estrutural na solda.
Outro ponto importante é que se deve seguir à risca a correta instalação dos equipamentos e dos cilindros. Todas as orientações legais e técnicas para isso são encontradas na norma NBR 13.523, Central de GLP, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, a ABNT.

P20

O botijão de 20kg (P-20) é feito especialmente para atender: o uso em balões e empilhadeiras.
Entre suas características, a principal é que este é o único formato no qual o GLP sai do botijão na forma líquida. Ele é direcionado ao carburador das empilhadeiras, local onde acontece sua queima. Além disso, apresenta o sistema de segurança por meio de uma válvula. Se a pressão interna no botijão ultrapassar o equivalente a 17,5 kgf/cm², automaticamente esse dispositivo – que é formado por uma mola – se move e libera o gás até que o volume interno entre em equilíbrio.
A válvula serve como precaução e evita que o cilindro seja abastecido além da capacidade recomendada, o que poderia provocar rompimento do sistema.

P13

O botijão de 13kg (P-13) é amplamente utilizado nos lares brasileiros. Ele ‘ganhou’ o nome gás de cozinha porque, de acordo com legislação, só deve ser utilizado em residências.
O P-13 apresenta um item de segurança: o plugue fusível. Seu miolo é formado por uma liga de bismuto, estanho e outros sete metais. Se esse material for aquecido por algum agente externo e atingir 70° C, se funde e fica no estado pastoso, escorrendo para dentro do botijão. Isso facilita a saída do gás e evita à possibilidade de explosão.
Os consumidores costumam reclamar que o fundo da panela fica preto e injustamente culpam o GLP. Isso acontece quando a mistura do gás com o oxigênio não está adequada. O melhor sinal para perceber isso é a cor da chama, que deve ser azul. Quando há um desequilíbrio, fica amarela e solta uma fumaça preta que origina a chama. Os consumidores devem tomar duas ações nesse caso. A primeira é limpar constantemente os bocais do fogão, e a segunda é trocar
a mangueira e o regulador – a recomendação é que a substituição seja feita a cada 5 anos.